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Archive for the ‘Não classificado’ Category

O rapaz

In Não classificado on Outubro 28, 2009 at 7:14 pm

Gente esse rapaz salvou meu dia com sua alegria…..

 

Além do paraiso

In Não classificado on Outubro 28, 2009 at 7:11 pm

Quem vê diz que é boa pessoa , é maldade…..

 

Pois é! Então

In Não classificado on Outubro 17, 2009 at 3:28 pm
Pois é !
Chico Buarque

Pois é!
Fica o dito e o redito
Por não dito
E é difícil dizer
Que foi bonito
É inútil cantar
O que perdi…

Taí!
Nosso mais-que-perfeito
Está desfeito
O que me parecia
Tão direito
Caiu desse jeito
Sem perdão…

Então!
Disfarçar minha dor
Eu não consigo dizer:
Somos sempre bons amigos
É muita mentira para mim…

Enfim!
Hoje na solidão
Ainda custo
A entender como o amor
Foi tão injusto
Prá quem só lhe foi
Dedicação
Pois é!

Taí!
Nosso mais-que-perfeito
Está desfeito
O que me parecia
Tão direito
Caiu desse jeito
Sem perdão…

Então!
Disfarçar minha dor
Eu não consigo dizer:
Somos sempre bons amigos
É muita mentira para mim…

Enfim!
Hoje na solidão
Ainda custo
A entender como o amor
Foi tão injusto
Prá quem só lhe foi
Dedicação
Pois é! Então!

Se meu mundo cair….?

In Não classificado on Outubro 8, 2009 at 7:43 pm

Eu q aprenda a levitar……

Ontem….?

In Não classificado on Outubro 2, 2009 at 11:51 am

Quanto ao tempo….?

In Não classificado on Setembro 30, 2009 at 11:47 pm

Ele passa…

A gente é feito pra acaba…

In Não classificado on Setembro 30, 2009 at 8:26 pm

A gente é feito pra caber no mar……………..e isso nunca vai ter fim……

Depois de ter vc…

In Não classificado on Setembro 30, 2009 at 7:55 pm

poetas para q???

Pra Vc

In Não classificado on Setembro 25, 2009 at 3:09 pm

Chata…

seria o seu resumo, minha omissão.

Sendo justa, caberia dizer:

Minha cara metade, guardiã, mãe (a maior parte do tempo), amante,

cumplice….

Vc que nem sei se vai me ler, pra vc por esta aqui, dentro de mim (por mais q eu negue), pela casa (todos notam)

Pra vc… chata.

Ahhh…. poetas

In Não classificado on Setembro 25, 2009 at 2:58 pm

Sem eles seria dificil viver, dificil me esconder, não me mostra….

Sem poetas, minha alma seria ferida exposta, eu seria motivo de risos….

Ah poetas…..

Preciso mesmo saber?

In Não classificado on Setembro 25, 2009 at 2:34 pm

Sabe gente é tanta coisa pra gente sabe……

In Não classificado on Setembro 24, 2009 at 5:36 pm

Meu bem, que hoje me pede pra apagar a luz
E pôs meu frágil coração na cruz
O teu penoso altar particular
Sei lá
A tua ausência me causou o caos
No breu de hoje sinto que o tempo da cura
Tornou a tristeza normal
Então, tu tome tento com meu coração
Não deixe ele vir na solidão
Encabulado por voltar a sós
Depois que o que é confuso te deixar sorrir
Tu me devolva o que tirou daqui
Que o meu peito se abre e desta os nós
Se enfim, você um dia resolver mudar
Tirar meu pobre coração do altar
Me devolver, como se deve ser
Ou então, dizer que dele resolveu cuidar
Tirar da cruz e o canonizar
Digo, faça o melhor
O que lhe parecer
Teus cais, deve ficar em algum lugar assim
Tão longe quanto eu possa ver de mim
Onde ancoraste teu veleiro em flor
Sem mais, a vida vai passando no vazio
Estou com tudo a flutuar no rio
Esperando a resposta ao que chamo de amor

Estou com tudo a flutuar no rio
Esperando a resposta ao que chamo de amor

Estou com tudo a flutuar no rio

Eis me aqui… novamente.

In Não classificado on Setembro 15, 2009 at 4:35 pm

E novamente iremos sorrir do nosso tempo, do nossos erros, dos nossos só nossos amores, iremos olhar as meninas, os meninos, como a grama crescendo, secando, se refazendo, outros risos, outros bares, outros pesares, as mesmas desculpas, as mesmas promessas, nossas mesmas mentiras, só nossas.

E novamente dormir, acordar, sem lembrar, ressonar, fingir dormir, sentir o q não queremos, e de novo, novamente, circulo vicioso, visitar nossos mortos, nossos tristes ex futuros, futuros ex namorados, que insistem em acredita no riso, no jogo de cena, na nossa falsa alegria. E de novo pela manha nos reinventar… novamente.

Certamente, novamente…….

As coisas que sei de mim.

In Não classificado on Setembro 14, 2009 at 2:37 pm

Elis Regina

Composição: João Bosco/Aldir Blanc

As coisas que eu sei de mim
São pivetes da cidade
Pedem, insistem e eu
Me sinto pouco à vontade
Fechada dentro de um táxi
Numa transversal do tempo
Acho que o amor
É a ausência de engarrafamento
As coisas que eu sei de mim
Tentam vencer a distância
E é como se aguardassem feridas
Numa ambulância
As pobres coisas que eu sei
Podem morrer, mas espero
Como se houvesse um sinal
Sem sair do amarelo

Hoje

In Não classificado on Setembro 8, 2009 at 1:25 pm

Ontem, pouco antes da chuva cai, procurei você dentro de mim, pra meu espanto, não encontrei, não havia mais nada de seu, não encontrei um traço do seu rosto na minha lembrança, nem um cheiro ou gosto, tentei lembra do som do seu sorriso q enchia a casa e a minha vida, não havia nada que me lembrasse o tom da tua voz doce e quando a chuva caiu sentir o calor que vinha da água batendo no asfalto, as pessoas passando correndo, as janelas fechando, alguém gritando, as árvores e por fim o silencio. Eu finalmente não sentia nada e me lembrei o qto pedi por isso, não era um vazio e tb não era está cheio, era não esta…. Ontem logo depois que a chuva parou, fui pra rua, precisava andar, precisava entender, precisa aceitar que vc não existia mais, que por fim eu tinha sido atendida, vc sumirá, eu estava assim andando pela rua sem fugir das poças, olhando as pessoas sem reconhece-las, sem me lembrar como vc era e chego a duvidar se um dia vc foi.

Ouvindo Angelita Li

In Não classificado on Dezembro 30, 2008 at 2:23 pm

Vera Cruz

Elis Regina

Composição: Milton Nascimento, Márcio Borges

Hoje fui que a perdi
Mas onde, já nem sei
Me levo para o mar
Em Vera me larguei
E deito nessa dor
Meu corpo sem lugar

Ah, quisera esquecer
A moça que se foi
De nossa Vera Cruz
E o pranto que ficou
Do Norte que sonhei
Das coisas de um lugar

Nos rios me larguei
Correndo sem parar
Buscava Vera Cruz
Nos campos e no mar
Mas ela se soltou
Pra longe se perdeu

Quero em outra mansidão
Um dia ancorar
E ao vento me esquecer
Que ao vento me amarrei
E nele vou partir

Atrás de Vera Cruz

Ah, quisera encontrar
A moça que se foi
Do mar de Vera Cruz
E o pranto que ficou

corcovado : http://www.youtube.com/watch?v=ZoB_1hfCERk

Só mais uma noite

In Não classificado on Dezembro 27, 2008 at 1:52 am

Venta la fora, a chuva se anuncia, não tenho nada a dizer, não  quero dizer nada. 5 dias para o ano novo, e são tantos os planos e pespectivas e eu penso no que me faria feliz, estou tentando ser feliz, apesar de algo me dizer q isso não é possivel, não nesse plano e nem sei mais se acredito em outro. Antes pensava que Deus na sua infinita sabedoria nao me fez “mortal”, vive 60 ou 70 anos e nesse curto tempo acertar tudo,  ando errando tanto, errei na vida, errei no amor, errei com amigos, parentes e na maioria das vezes fiz querendo acerta.

Eu penso que talvez exista outro plano sim, onde serei ou seremos felizes, assim como os mulcumanos pensam no céu com 72 virgens, ficaria satisfeita com alguém pra conversa e realmente me ouvir, mas isso vai fica pra proxima ou proximo plano.

No ano que vem serei mais leve, digo isso todo fim de ano, espero q nesse eu consiga.

Não tenho nada a dizer, venta la fora, faz frio o corpo doe, talvez gripe, talvez cansaço………..

talvez…

Treinando Espanhol e cifras.

In Não classificado, nossos on Dezembro 19, 2008 at 12:46 pm

Amiga Mía

Alejandro Sanz

Composição: Alejandro Sanz

Amiga mia, lo sé, sólo vives por él,
Que lo sabe también, pero él no te ve
Como yo, suplicarle a mi boca que diga
Que me confesado entre copas
Que es con tu piel con quien sueña de noche
Y que enloquece con cada botón que
Te desabrochas pensando en su manos.
Él no te ha visto temblar, esperando
Una palabra, algún gesto un abrazo.
Él no te ve como yo suspirando,
Con los ojitos abiertos de par en par,
Escucharme nombrarle.
!ay, amiga mía! lo sé y él también.

Amiga mía, no sé qué decir,
Ni qué hacer para verte feliz.
Ojalá pudiera mandar en el alma o en la libertad,
Que es lo que a él le hace falta,
Llenarte los bolsillos de guerras ganadas,
De sueños e ilusiones renovadas.
Yo quiero regalarte una poesía;
Tú piensas que estoy dando las noticias.

Amiga mía, ójala algún día escuchando mi canción,
De pronto, entiendas que lo que nunca quise fue contar tu historia
Porque pudiera resultar conmovedora.
Pero, perdona, amiga mía,
No es inteligencia ni es sabiduría;
Esta es mi manera de decir las cosas.
No es que sea mi trabajo, es que es mi idioma.

Amiga mía, princesa de un cuento infinito.
Amiga mía, tan sólo pretendo que cuentes conmigo.
Amiga mía, a ver si uno de estos días,
Por fin aprendo a hablar
Sin tener que dar tantos rodeos,
Que toda esta historia me importa
Porque eres mi amiga.

Amiga mía, lo sé, sólo vives por él,
Que lo sabe también, pero él no te ve
Como yo, suplicarle a mi boca que diga
Que me ha confesado entre copas
Que es con tu piel con quien sueña de noche …

Amiga mía, no sé qué decir,
Ni qué hacer para verte feliz.
Ójala pudiera mandar en el alma y en la libertad,
Que es lo que a él le hace falta,
Llenarte los bolsillos de guerras ganadas,
De sueños e ilusiones renovadas.
Yo quiero regalarte una poesía;
Tú piensas que estoy dando las noticias.

Amiga mía, princesa de un cuento infinito.
Amiga mía, tan sólo prentendo que cuentes conmigo.
Amiga mía, a ver si uno de estos días,
Por fin aprendo a hablar
Sin tener que dar tantos rodeos,
Que toda esta historia me importa
Porque eres mi amiga.

Saudades

In Não classificado on Dezembro 15, 2008 at 1:40 pm

Sinto saudades do q eu sentia

Ouvindo Belchior (aprendendo cifras)

In Não classificado on Dezembro 12, 2008 at 10:34 am

Pequeno perfil de um cidadão comum

Belchior

Era um cidadão comum como esses que se vê na rua
Falava de negócios, ria, via show de mulher nua
Vivia o dia e não o sol, a noite e não a lua (d.)
Acordava sempre cedo (era um passarinho urbano)
Embarcava no metrô, o nosso metropolitano…
Era um homem de bons modos:
“Com licença; – Foi engano”

Era feito aquela gente honesta, boa e comovida
Que caminha para a morte pensando em vencer na vida
Era feito aquela gente honesta, boa e comovida
Que tem no fim da tarde a sensação
Da missão cumprida (d.)
Acreditava em Deus e em outras coisas invisíveis
Em
Dizia sempre sim aos seus senhores infalíveis
Pois é; tendo dinheiro não há coisas impossíveis (d.)
Mas o anjo do Senhor (de quem nos fala o Livro Santo)
Desceu do céu pra uma cerveja, junto dele, no seu canto
E a morte o carregou, feito um pacote, no seu manto
Que a terra lhe seja leve

(cartas q não enviei)

In Não classificado on Dezembro 9, 2008 at 2:38 pm

Meu querido,

Soube da sua doença , vivemos num tempo q nao se diz o nome, apenas chamam de maldita, não sei o q senti qdo soube, mas com meu senso de humor torto pensei: Ele continua na vanguarda. Acho q é comum a retrospectiva, me lembrei da primeira vez q te vi, seus gestos rapidos, afetados, sua voz rapida, seu riso q me incomodava, tudo naquele tempo me incomodava, eu me incomodava e foi vc q deu nome para o q eu sentia, me fez entende q nao era maldição ou pecado e me ajudou a atravessa a adolescência. Queria q soubesse o qto sofri com essa noticia, queria pode esta ao seu lado, mas sou covarde e vvo uma rotatividade, eu tenho sede de vida, bocas, festas, gente entrando e saindo, machuquei muita gente meu amigo, algumas gostaria muito de resgata, mas é meio tarde, pra mim e pra elas, não sou mais a mesma e acho  nem elas são.

Sei q nao pode responde e nem sei se responderia se pudesse, mas saiba q ainda sinto sua falta e sempre lembro do seu sorriso, desejo que vc esteja bem, dentro das suas limitações. Que Deus o abençoe.

Maria ( Fevereiro de 1996)

Perguntas novas

In Não classificado on Dezembro 5, 2008 at 6:49 pm

Onde deixei minha camiseta cinza?

De quem é essa calcinha?

Esse numero de telefone?

O nome daquela guria?

Alo, marquei? Desculpe esqueci…. posso marca pra depois?

De onde te conheço?

Vc vem sempre aqui?

Eu falei q te amo? ichii….

Podia marca a passagem pra amanha?

Vc vai comigo?

ah!!! mudaram as perguntas o tema é o mesmo.

Lendo Poesias para chuva….

In Não classificado on Novembro 27, 2008 at 5:34 pm

“Entre coisas simples

e outras tantas, tão complicadas

Entre o que entendo

e o que deixo de entender

Está esse amor que passa desapercebido

presente para sempre

E ausente, simplesmente”

Regina  Spiegelberg

“O tempo que eu hei sonhado
Quantos anos foi de vida!
Ah, quanto do meu passado
Foi só a vida mentida
De um futuro imaginado! “

(de “O andaime”)

Fernando Pessoa

Lendo Ivana Arruda Leite

In Não classificado on Outubro 31, 2008 at 6:38 pm

AMOR QUASE

E por não termos tido coragem de chegarmos perto da verdade, nosso amor continua intacto. Um amor quase morto conservado in vitro por toda a eternidade. Um fóssil que ainda respira, mesmo soterrado. Não nos falamos há tanto tempo e ainda ouço você me chamando de algum canto da casa pra ver uma orquídea que brotou, uma gracinha do cachorro ou uma bobagem na televisão. É o seu coração que escuto quando ponho a cabeça no travesseiro e me cubro de silêncio, um silêncio que abafa a casa inteira. É sua a mão que busco quando ouço aquela música no rádio, aquela que procurávamos feito loucos girando o dial por todas as estações quando voltávamos bêbados pra casa, de madrugada, eu ao volante porque você já não podia. E por não termos tido coragem de chegarmos à verdade, nosso amor vive até hoje numa caixa de vidro, faquir que míngua um pouco a cada dia sem nunca morrer. Um amor condenado a ser quase vivo pra sempre por covardia, inaptidão ou mera falta de empenho.

Fonte: http://doidivana.wordpress.com/

Desconexos (a serie)

In Não classificado on Outubro 31, 2008 at 5:50 pm

E eu diria mil vezes : “Não fui eu…” ela nao vai acreditar e no fundo confesso q nao me importo se ela acredita ou não, mas falo para dar um tom de ofendida, sempre funciona com ela.  Me lembro pouco do q falamos no inicio do dia, devo ter prometido algo q já sabia q  nao iria fazer e como nao iria fazer, esqueci, sempre esqueco o que nao me comprometo na alma, eu avisei, eu sempre aviso: “anoiteço, mas raramente amanheço”, algumas continuam por birra, tentando me prova ao contrario, muitas vezes deixo q me achem presa, entregue e antes q percebam já fui e nem me despedi…. em alguns casos foi assim.

Ela insiste em discutir a relação, é nesse momento q entro em transe, não escuto nada, mas faço isso (sem esta me defendendo) para protege-la de mim, do meu sarcasmo, do meu lado negro, do jogo de palavras que com certeza usarei para enreda-la, faze-la novamente acredita em mim, em se sentir segura ao meu lado, ate q eu me canse definitivamente e nao atenda o telefone e se atender por engano, digo q esqueci o numero, mesmo q ele estive gravado no celular……..juro, eu esqueço.

Nessas horas em q ela discute sozinha a relação, fico pensando q trilha sonora estaria tocando agora, eu sentada olhando para o nada, ela andando pela sala, a TV ligada e baixa (deprimente), cerveja esquentando (mais deprimente ainda), e começo a rezar silenciosamente : ” Meu Deus faça ela para de fala, antes que eu me irrite, por favor, por favor…”

Ela nota minha distância, se cala, procura se aproxima recuo, ela avança….

Não tenho mas nada a dizer e ela quer ouvi algo….é a unica coisa q digo é: Não fui eu….

Desconexos

In Não classificado on Outubro 22, 2008 at 11:50 pm

O vento assoviava nas quinas dos prédios, um bandeira tremulava frenetica, achei q fosse rasga com a força do vento, depois dela um mar azul intenso, um mar imenso. Eu tentava nao pensar em nada, fechava os olhos e sentia o vento forte no rosto, uma sensação de sufocamento e liberdade. O alcool ja me tirava os movimento rápidos, tudo acontecia lento….. Eu queria ir pra rua, para praia, talvez entrar no mar, uma vozinha longe, a voz da sobrevivencia me dizia: nao vá, mas havia algo que me chamava, minha cabeça ja criava hipoteses, magia, sereias ou uma forte vontade de deixa de existir… mesmo q por minutos.

Agora eu estava solta, nao sentia nada, nao queria nada, nao procurava nada……..nao era a palavra do dia, a negação do que eu sentia, a negação do todo, a negação da existencia dela e derrepente me descubro doce, me descubro entregue….

Havia malicia no desejo encomendado, mas do nada, do alem de mim, me vi doce, senti vontade de me entregar, de me aninhar , de me fazer sentir…..

Não me pergunte pq, nem eu saberia explicar………..mas sua falta entrou em mim, me fazendo querer ficar…

fiquei.

Distanciamento 2

In Não classificado on Outubro 20, 2008 at 2:16 pm

Não há mais o q dizer, o som da voz já nao é reconhecido, nada faz sentido…

Os acontecimentos abafam os sentimentos, me sinto como se nunca tivesse vivido…

Não lembro do rosto, nao lembro do beijo, não lembro do toque, como se nunca tivesse existido…

Só um vazio q não pode nunca mais ser ocupado….

Perdas….

In Não classificado on Outubro 11, 2008 at 9:29 pm

Perdi minha mãe, perdi meu irmão, perdi minha irma hoje…

Nada mais me faz falta, agora possso assumir minha sindrome de super heroi, nada mais pode me ferir,  sou a prova de balas,  facas, medos…. não faço mais falta pra ninguem….

 

Ps: Ninguem mais me faz falta…

Preparativos

In Não classificado on Outubro 9, 2008 at 3:00 pm

   
Quero ver você não chorar 
          não olhar pra trás 
         nem se arrepender do que faz 
Quero ver o amor vencer 
      mas se a dor nascer 
      você resistir e sorrir
Se você pode ser assim 
    tão enorme assim 
     eu vou crer
Que o Natal existe
que ninguém é triste
que no mundo há sempre amor
Bom Natal um Feliz Natal 
muito amor e paz pra você 
pra… vo…cê…

Declaro aberto os preparativos para o Natal…..uma moça bonita, me mandou essa musica dizendo que me acha mais feliz no natal….. então assim me declaro com espirito natalino……

Distanciamento

In Não classificado on Outubro 2, 2008 at 2:48 pm

A sensação do distanciamento é estranha e nos dias como hj, chuvosos, tristes, ela parece tomar corpo. Me sinto apartada de tudo e de todos, preciso de noticias e não sei onde consegui-las, no fundo parte de mim nem quer, mas a outra parte a irresponsavel, anseia por um misero:”to viva”.

Outubro

In Não classificado on Outubro 1, 2008 at 12:14 pm

Hj acordei com saudade, dormi com saudade…. e o pior não sei exatamente de q.

Ana

In Não classificado on Setembro 29, 2008 at 4:43 pm

Vc vem e traz nas malas, paz.

Me pergunto o que fiz pra merece tudo isso?

Cuida de tudo como meio mãe, meio amante, como sempre estivesse estado ali, perto.

Observo vc e percebo seu esforço para me agradar, pra fazer parte de tudo ali, parte de mim.

Qdo vai deixa solidão, comida feita e a promessa de voltar logo… e me pego esperando.

Todos me dizem o qto vc é perfeita pra mim, me pego pensando se eu sou perfeita pra vc….

Não sei.

Tento descobrir qdo vc volta….

Carta

In Não classificado on Setembro 29, 2008 at 3:49 pm

Minha amiga sei que espera noticias minhas, venho lhe prometendo escreve há dias, mas confesso que não ando com muita poesia, estamos na estação q mais gosto e me sinto cansada até para aproveita-la. Não ando tomando chá, não ando lendo nada, nem filmes, nem gibis, ando presa dentro de mim.

Falo com você e me lembro das tardes em que andávamos pela praia, só sentindo a brisa, sentindo o cheiro do mar e de você me contando as estórias da cidade.

Me lembro de você.

Me lembro principalmente do fim que tivemos, me lembro como você tinha sede de vivências e me trocou por elas, hoje me diz que algumas não valeram a pena, mas é o preço que se paga por ter ânsia de viver. Hoje você me faz perguntas que não sei responde, talvez pq não tenham mais respostas, eu mudei, você mudou, mudaram as minhas prioridades, mudaram suas procuras, acho que os Deuses conspiram….

Sabe que a distancia e o tempo são cruéis, sabe que tenho a calma que sempre tive, só não espero mais, vou lá e pego o q acho q é meu, não por ânsia, mas por direito, não espero mais….

Nossa amiga incomum diz que vinho é bom para  o coração, digo a ela que deve ser, pra quem tem um. Não sei onde deixei meu coração, não sei se quero ter um coração, não sei pra que serve um coração. Ando vazia minha amiga, ando por ai olhando as coisas, me sentido parte delas, sem participar realmente, ando como se atravessasse as pessoas, elas não me percebem, eu não as sinto, elas não me importam.

Sei que espera noticias minhas, e espero que nos vejamos logo, tenho saudade do seu olhar, saudade da sensação que vc me trazia, de estar presa num lapso de tempo, onde tudo era possível, ate amar de novo, mas não era….

Espero vê-la em breve pra matar a saudade e colocar as fofocas em dia, espero que tudo esteja bem com vc, espero quer possamos descobri o q restou e quem sabe possamos voltar a andar pelas ruas do Lido e vc rindo das lendas urbanas sobre “putas quem voam”.

Para Vivi com carinho.

Saudades

In Não classificado on Setembro 22, 2008 at 2:03 pm

Saudade das minhas receitas, do vinho pra cozinhar, saudade das minha musicas que ninguem conhece ou ouve, saudade de mim…Saudades do cheiro de café, de bolinho chuva, de livro pelo meio, saudades de gibi, saudade do Mario reclamando da minha demora, saudades dos meus sobrinhos, de banho de mangueira, saudade de cantar no banheiro… Saudade de mim.

Saudade do Cícero, da banca da esquina, de andar no eixo, saudade de coxinha de milho, saudade da Sônia, saudade de video game, de comer com mão, saudade da minha mãe, saudade de mim.

Saudade do que deixei de fazer por encontra gente ruim, gente sem futuro, gente sem carinho, gente q nem gente parece… gente sem sentimento.

Saudade de atender o telefone e ouvir do outro lado: “o q vc ta fazendo ai, q nao tá aqui?”, saudade de ir ao encontro, saudade da loira, saudade do fábio, saudade de macarrão com colorau, saudade de maionese caseira…. Saudade do lido, do mar, saudade de mim.

Saudade do que era antes… vontade de volta pra antes…

Verdade

In Não classificado on Setembro 12, 2008 at 11:53 am

Eu só queria algo verdadeiro…nunca encontrei.

O “antes”

In Não classificado on Setembro 4, 2008 at 3:35 pm

Decidiu que a vida voltaria ao “antes”, o que aconteceu “antes” deixaria de existir simplesmente, os horários, as prioridades, a solidão… antes nao existiu.

Os mesmos risos, os mesmo amigos, os mesmos encontros, mesmo que no meio do dia desse saudade de um telefonema , de um certo tom de voz, mesmo q a dor as vezes atravessasse as horas,

mudaria o foco… seria dona das suas vontades, controlaria seus sentimentos…

O que fazer qdo no meio da noite o desejo nos trair?? correr pra o banheiro e chorar??

Esquecer é a ordem do dia, da vida…mesmo q esquecer as vezes signifique lembra….

Sabado

In Não classificado on Setembro 2, 2008 at 3:57 pm

Tbilisi foi atacada, do outro lado do mundo, pessoas tem feridas reais, e eu aqui com meus problemas domésticos. Tbilisi foi atacada no sabado, qdo eu acordava de ressaca, com uma cara de luto e uma dor no estomago que só sumiu por volta do meio dia, qdo eu e Keila fomos tomar uma cerveja no Beirute, reclamavamos da vida e dos nossos (des) amores, nesse exato momento pessoas morriam bombardeadas em Tbilisi.

Sabado foi um dia atipico, eu parecia estar enjaulada, andava pela casa e ela era pequena (e é mesmo), ficou menor, minuscula, infíma…. fui pra rua, q ficou grande enorme, imensa…..

Pessoas morrendo no outro lado do mundo, eu de ressaca em Brasília…. Deu saudade do Rio….(http://fotolog.terra.com.br/luizd:1325)

Para os que visitam esse blog

In Não classificado on Setembro 2, 2008 at 3:16 pm

Peço desculpas pelo sumiço, estava vivendo um amor fast-food, se é que foi um amor…Dizem q nao.

Aos que me mandaram emails reclamando do sumiço, obrigada.

Sou de um tempo em que o amor era artigo raro, peça de colecionador, apesar de esta por toda parte,

era tempo de “Love Stories”, tempo de estorias da carochinha, tempo de amassos nas escadas, coca com cuba, bossa nova, ao fundo uma tal ditadura, sou da geração intermediária, a geração perdida.

O amor vinha por todos os lados e vivenciamos isso, era tempo de pêra, maça, salada de fruta, tempo de ter turma, tempo de ter diários, caderninhos cheios de coraçãozinhos, e nao era moda, o amor nao era público, era um segredo, um tesouro. O amor era precioso.

Hoje vivemos o tempo em q o amor é num átimo, o amor é num orgasmo, num momento, depois nao amam mais, simples assim.

Hoje vivemos o tempo do amor descartavel, talvez um dia reciclem o amor, ficará rico quem o fizer.

O amor vendido nas esquinas, nas boates, compre sexo e levem de brinde dois minutos de amor, promoção da semana…

Sou de um tempo em q o amor doia e doe, e se lutava por ele, brigavasse pelo q se achava ser amor…

Hoje dormesse amando e no dia seguinte.. nao amo mais, simples assim….

Queria q voltasse meu tempo…qdo doia, mas era verdade.

É isso , fui vitima de um amor fast food….

Mas me dizeram, fonte segura, q o amor me espera… e pretendo encontra-lo.

Despedida

In Não classificado on Agosto 20, 2008 at 4:16 pm

A grande ausencia se estabeleceu, invadiu a casa, o quarto a cozinha e o q era pequeno aconhegante se tornou imenso frio….

A grande ausência matou a saudade, e a sensação de sozinho é só uma lembrança, a grande ausencia tem nome e nao pode ser pronunciado nunca mais.

Qdo setembro chega….

In Não classificado on Agosto 7, 2008 at 12:29 pm
BICICLETA - Eduardo Rangel

Agora eu sonhei com você
Foi em preto-e-branco
Tinha um pouco de mim quando criança

Eu andava de bicicleta pelas ruas de Brasília
E a água batia nas nossas pernas

Você na garupa, pedia cuidado
E eu corria mais, como quem
Nem sabe o que é medo 

Agora eu conheço o medo
Ficar grande é chato demais

Bom volta é encontra gente esperando… bom mesmo. Vamos compartilhar mais q saudades , prometo.

Esqueço

In Não classificado on Março 28, 2008 at 12:26 pm

Ainda vou te amar por muito tempo, por mais q eu nao queira, ontem nao quis, ha dias nao quero.

Por mais q eu feche portas, as entradas no meu corpo, tape os ouvidos, feche os olhos me recolha pra dentro de mim, encontro vc lá e vc abusa de esta em mim, sabe o q penso antes q eu diga.

E como um sortilegio se transforma em gosto e salivo, se transforma e cheiro e me eriço…..

Eu ainda vou te ama, semana que vem, mês que vem; ano q vem vou encontra teus traços no meu sexo, sentir teu hábito na minha nuca, sentir suas mãos me achando pela manha e vou acorda num susto, confundindo teu rosto com o rosto de com quem durmo…

 Ate ja me vejo correndo para o banheiro, mal estar matutino, vomito… seu nome vindo pela garganta… e grito..

 Mas um dia daqui a mil anos.. te esqueço…. me prometo.

Justificativa

In Não classificado on Março 26, 2008 at 1:36 am

Instinto por inutil.

A louca

In Não classificado on Março 25, 2008 at 4:01 pm

Ela passou bastante tempo sentada no canto observando tudo, todos olhavam pra ela com certo ar de duvida, ela nunca falava, sempre ouvia os outros com olhos distantes, nao queria chega muito perto, tinha medo.

Tinha medo de tudo q pudesse toca fundo, se escondia nas palavras dificeis, nos pensamentos desconexos, raramente ria, e qdo fazia era com medo.

 Ninguem viu qdo a outra entrou, parecia tudo normal, parecia um dia comum como todos os outros, mas ela mudou penteava os cabelos com zelo, sorria com uma frequencia frenetica, tinha as mãos sempre umidas, o medo continuava ali, mas era um medo tardio, um medo q se deixava atravessa.

 Mil vezes ouvimos ela gritando tentando afastar a outra, dizia nao ser merecedora, dizia nao ser suficiente, se achava feia, velha, patetica, ridicula pra depois sentar primaveril, entregue, doce, como nunca tinhamos visto antes, era engraçado ver aquele corpo cansado se agitando pra agradar….

 Numa tarde ela sumiu, foram 4 dias de sumiço voltou viçosa, outra cor no rosto, um brilho novo nos olhos, ja não olhava pra longe, nem balançava o corpo de um lado pra outro, nem estava distante como era comum….

 A outra nao vinha mais com tanta frequencia, todos notaram, ela sentava a porta com seu corpo cansado, olhava e olhava e cada pessoa q chegava ela levantava a cabeça pra ver, nao enxergava de longe por isso o esforço.

 A outra nao veio mais e ela chorou por dias, o corpo cansado nao se movia, nao se ouvia nada vindo dela, vez ou outra um grunido q parecia vir de algo sendo arrancado, seus olhos negros, vazios, nem um riso, um dia parou de chorar, sentou longe da porta, olhou pela janela e ficou em silencio por anos…

 Ontem não acordou….

Para ouvir ao som de  Edith Piaf – Mon Dieu

http://br.youtube.com/watch?v=UG7jEEg2PFk

Querer.

In Não classificado on Março 19, 2008 at 12:41 am

Uma vez me dizeram q se vc quiser uma coisa muito e com muita força vc consegue….

Quero esquece.

Transgredir

In Não classificado on Março 15, 2008 at 3:10 pm

Transgredir, procurar, corromper, enganar, esconder….

me achar.

Sair de mim,  olhar e não ver, ignorar.

Esquecer.

Não ser o que vc diz amar, descobrir o q me faria te odiar….

 Me libertar, transgredir….

O foda é fazer tudo isso sozinha….

Rifa-se um coração (quase novo)

In Não classificado on Março 15, 2008 at 2:39 am

Um coração idealista. Um coração como poucos. Um coração à moda antiga.
Um coração moleque que insiste em pregar peças no seu usuário.

Rifa-se um coração que na realidade está um pouco usado,
meio calejado, muito machucado e que teima em alimentar sonhos e cultivar ilusões.

Um pouco inconseqüente, que nunca desiste de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado coração que acha que Tim Maia estava certo quando escreveu…
“Não quero dinheiro, eu quero amor sincero, é isso que eu espero…”
Um idealista… Um verdadeiro sonhador.
Rifa-se um coração que nunca aprende.
Que não endurece, e mantém sempre viva a esperança de ser feliz, sendo simples e natural.
Um coração insensato, que comanda o racional, sendo louco o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida que vive procurando relações e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração que insiste em cometer sempre os mesmos erros.

Esse coração que erra, briga, se expõe.
Perde o juízo por completo em nome de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes, revê suas posições arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado. Tantas vezes impulsivo.

Rifa-se este desequilibrado emocional, que abre sorrisos tão largos que quase dá
pra engolir as orelhas, mas que também arranca lágrimas e faz murchar o rosto.
Um coração para ser alugado, ou mesmo utilizado por quem gosta de emoções fortes.
Um órgão abastado, indicado apenas para quem quer viver intensamente e, contra indicado para os que apenas
pretendem passar pela vida matando o tempo, defendendo-se das emoções.

Rifa-se um coração tão inocente que se mostra sem armaduras e deixa louco o seu usuário.
Um coração que quando parar de bater ouvirá o seu usuário dizer
na hora da prestação de contas: “O Senhor pode conferir.
Eu fiz tudo certo, só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal quando ouvi este louco coração de criança que insiste em não endurecer,
e se recusa a envelhecer”.

Rifa-se um coração, ou mesmo troca-se por outro que tenha um pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito que não maltrate tanto o ser que o abriga. um coração que não seja tão inconseqüente.

Rifa-se um coração cego, surdo e mudo, mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que ainda não foi adotado, provavelmente,
por se recusar a cultivar ares selvagens ou racionais, por não querer perder o estilo.

Oferece-se um coração vadio, sem raça, sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos que, mesmo estando fora do mercado,
faz questão de não se modernizar, mas vez por outra, constrange o corpo que o domina.

Um velho coração que convence seu usuário a publicar seus segredos
e a ter a petulância de se aventurar como poeta.

Clarice Lispector 

Leila

In Não classificado on Fevereiro 24, 2008 at 12:36 pm

Hj precisei de alguém para conversa, pra fala, pra me ouvir …. Hj precisei muito de alguém, ate pensei em alguém, mas em vão. E me lembrei de vc, e quis fala com vc, vc q nao pode mais me ouvir, nem me dizer nada q eu precise ouvir.

Queria q vc estivesse aqui, pq vc do seu modo maluco, descompensado, insano me amou, de todas as pessoas que passaram na minha vida vc foi a unica q lutou por mim, e me deu saudade das sextas feiras, das conversas ao acordar, do jeito q cuidava de mim, das suas preocupações absurdas.

Queria me desculpar, é tarde eu sei, mas queria me desculpar, nao fui o q vc esperava, e muitas vezes nao estive com vc qdo vc precisou, fui egoísta e só vi meu sofrimento, achava os seus desnecessários, dramáticos, sem sentido.

Qtas vezes olhei vc dormindo e me perguntava pq nao conseguia esta inteira com vc, eu tentei eu juro, mas não consegui.

Me perdoe se puder, pense em mim como alguém q realmente quis esta ao seu lado, vc me deu uma paz , mesmo q passageira, um sentido de familia, me deu a sensação de pertence a algo, pertence a alguém… eu quis te pertence.

Mas foi mais facil fugir, foi mais facil esquece, hj sei q amor é todo dia, é uma luta contra o que nos ensinam e dizem q nos ensinam a amar, mentira… nos ensinam a nos defende, a nós salvar, nao importa a quem vamos ferir, precisamos sobreviver e hj q vc nao esta me pergunto pra q?

Hj precisei fala com alguém, mas acho q só vc iria me entender, fazer suas cenas de a compreensiva e diria : vamos tomar algo…..

 Vc só queria entorpece os sentimentos, nao queria sentir tanto, queria adormece o monstro q te devorava por dentro, era isso q dizia no auge do alcool, tb tenho um monstro assim, só q ele é abstêmio, calculista, insensivel….

Diferente de vc, a vida pra mim é sem anestesia.

E doe minha amiga, doe o desencontro, doe o desamor, doe a sua falta e mas q tudo doe a vida.

 Onde estive se puder me perdoe a falta de tato, de carinho, de abraço, a falta que fiz ao seu lado qdo precisou e obrigada pelo amor que nao soube retribuir…

Fique em paz e quem sabe um dia nos vemos por ai.

Contramão

In Não classificado on Fevereiro 20, 2008 at 3:15 pm

 Por volta das 6h50 de domingo, no km 21 da Castelo Branco, sentido capital, ele parou sua Parati no acostamento e ficou 2 minutos estacionado. Fez então uma curva brusca para a esquerda e andou 4 km na contramão, até bater de frente com um caminhão Volvo 380, o choque contra o caminhão aconteceu próximo ao km 25 da Castelo Branco, na altura de Barueri, às 6h40 (fonte : Terra Noticias).

Quanto tempo precisamos para decidir?? Ele levou dois minutos, o que passou pela cabeça nesses eternos dois minutos? Onde estava seu anjo da guarda? talvez bebendo em algum bar, talvez não existam anjos da guarda…

O que faz alguém se jogar de um edificio? Talvez o sonho de voar, talvez a liberdade mesmo que por segundos, quanto tempo dura 2 minutos quando decidimos para, quando decidimos contraria todos os planos feitos para nós, pelos outros, por Deus ou o Diabo, imagino os dois correndo de um lado para outro tentando consertar o buraco que iremos deixa. Pq continua? Pq?

Fico pensando que algum Deus sentou ao seu lado  naqueles dois minutos, ele se sentindo sozinho, mas sozinho do que de costume, ninguem para segura sua mão, só o Deus do destino soprando nos seus ouvidos : Dá a volta, penso q respondeu: o retorno é longe, o Deus responde: pra q retorno? Pq continua?

Nesse momento nao sentiu mais nada, nem amor, nem ódio, nem saudade, nem seu corpo, estava entorpecido, seu espirito guiava seu corpo a distância, como q por controle remoto, pensou: vamos ver qtos quilometros consigo fazer, como se jogando um video game em 3D ia em linha reta.

Eu me pergunto para onde?Pq?

Pq continua?

E antes que se chocasse com o Volvo, seu olhos vazios, seu corpo vazio, seu coração vazio, ainda pensou em grita, mas sabia q ninguem ia ouvir…..

So tinha a certeza de que não havia mais pq continua….

(So peço a Deus q sua alma encontre finalmente sossego, espero q a minha encontre tb algum sossego).

Putas

In Não classificado on Janeiro 10, 2008 at 2:26 am

A primeira vez que entrei em um puteiro ia lá pelos 32 anos, não sei pq nao entrei antes, pudor? medo? Não sei, tenho problemas com putas, eu confesso me apego e ai ja imaginaram eu apaixonada por uma puta, me sinto mal só de pensa. Acho q perderia noites de sono imaginando outras mãos pelo corpo dela, outras bocas, gozos q eu provaria por tabela, acho q vou vomita.

Mas para não assumir isso digo ser moça de familia, mas confesso a vocês não me aventurei por puro medo, não repitam essa estória a ninguem : sou do tipo q se apega.

Mas como ia dizendo, aos 32 entrei pela primeira vez em um puteiro, o nome do estabelecimento “Taj Mahal”, não me culpe pela falta de criatividade da dona, era pequena, franzina, pouca pintura, riso raro, diferente das cafetinas do meu imaginário, para mim elas eram gordas, boca vermelha, sobrancelas delineadas a lápis, cheirando a “Toque de Amor”, ”Charisma” ou outro perfume qualquer da Avon, unhas vermelhas afiadas, risada estridente.

Cheguei lá com um amigo que desapareceu rapidamente, procurei um canto e me entoquei, fiquei observando tudo, cada movimento, quem entrava, quem saia e a noite foi passando e nada  do meu amigo volta. Ja passava das três da manha, acho q é a hora da liquidação, quando uma moça (puta) sentou do meu lado e puxou conversa, imaginam minha cara? Pois é, ela falava e eu não ouvia nada, ficava pensando de onde ela era, o q fazia ali (ela devia pensa o mesmo de mim), não era feia, mal tratada talvez, sorriso bonito e foi ai q comecei a ouvir e finalmente entendi que ela falava do som, que era alguma coisa sertaneja, ela me falava das lembranças que a musica lhe trazia, sua casa no interior, as festas da igreja, seus pais (tenho isso, cara de confessionário, todo mundo tem algo confessional pra me conta), contou que veio para Brasilia pra ser professora (fico pensando o q será q ela ensina hoje em dia?), mas o que conseguir foi dois filhos e essa vida, ela sentou mais perto e tocou minha perna, pensei em puxa-la, mas seria desagradavel, com a desculpa de que o som estava alto se aproximou e comecou a me fala no ouvido, acho que pensou q isso me excitaria, se ela soubesse o qto esta incomodada com tudo aquilo….

Passava das 4 horas da manha e meu amigo continuava desaparecido dentro do Taj Mahal, a moça q falava ao meu ouvido já estava impaciente, afinal ela se aproximava e eu me retraia, deve ter pensando “brocha”, a mão da moça (puta) procura minha mão, me esquivo, achei q ela estava preparando o golpe de misericordia, eu precisava sai dali, perguntei se nao queria beber algo, acho q ela pensou: finalmente, ela disse q sim, levantei correndo pra pegar, no balcão a cafetina-desilusão me olhava de canto, acho q tb não agradei a ela, pedi algo “fermentado” e uma coca, pra mim claro. 

Quando estou voltando para meu canto, percebo meu amigo grudado nos lábios de uma moça (puta), mudo minha rota e vou falar com ele, que estava bem alegre, me pergunta se estou me divertido, lhe pergunto como é possivel, me diz q preciso relaxa, me entregar ao momento, não sei pq nao o esmurrei.

Decido ir embora, vou me despedir da moça (puta) que me fez companhia, pensei q ficaria chateada se saisse sem me despedir (não disse q me apego), que nada ela ja estava as voltas com um rapaz falante de gestos largo, que só parava de falar para beija-la com força………

Me dirigi a porta e qdo passava pelo balção, notei que a cafetina-decepção me lançou um sorriso, deve ter pensando: essa se apega.

* Para ouvir ao som de “Eu vou tirar você desse lugar” – Los Hermanos

Sindrome do emputecimento Progressivo*

In Não classificado on Dezembro 26, 2007 at 9:42 pm

Falta povo neste país. Até um tempo atrás, a opinião corrente era de que “cada povo tem o governo que merece”. Mentira! Qualquer governo, por mais safado que seja, ainda é muito para esse povo sem brios, sem vergonha na cara, esse povo burro e ridiculamente humilde, vaquinha de presépio que engole tudo até o talo, até a última gota, todos os sapos, todos os calangos, esse povo cativo, covarde, sempre com o rabo entre as pernas, esse povo sem história, sem memória, sem moral, sem dignidade, esse povo que marchou com Deus, pela família, esse povo que deu seu ouro para o bem do Brasil, esse povo que vive coçando a virilha, que bebe cerveja sem colarinho, lê horóscopo e coluna social, esse povo que encoxa mulher no ônibus, que cheira cola, esse povo que é puxa saco do gerente, alcagüete de policia, esse povo que, em dia de greve de ônibus, pega táxi para ir pro escritório, que pega avião para assistir Chitãozinho & Xororo em Las Vegas, esse povo que se forma publicitário para vestir um espartilho negro e ficar todo dia de quatro alimentando uma boa carreira, esse povo que come merda, respira merda, pensa merda, faz na entrada, na saída, no meio e ainda deixa um pouco atrás da porta, pra ser encontrado no dia seguinte, esse povo cuja lema oficial é Capricha, que o frequês é novo, esse povo que ouve as FMs, acredita no Jornal Nacional, que é sócio do Círculo do Livro, que coleciona figurinhas do Jaspions e Changemen, que vai ao cinema ver 9 e meia semanda de amor, esse povo besta que deixa a Xuxa fazer a cabeça de seus filhos, que compra O nome da rosa e o Pêndulo de Foucault e não lê, que ouve hiphop, compra discos da Joana, Tom Waits, Almir Guineto, esse povo que tem sempre um cunhado no Detran e um terreninho em Guarulhos pra passar pra frente, esse povo que é de esquerda até arrumar um cabidão na Eletropaulo, esse povo que tem filhos com nomes tipo Daniela, Priscila, Tiago, Evelyn, Patrícia, Graziele, Leandro, Vanessa, Camila, Letícia, Cristiane, Andréia, Diego, Érica, esse povo que paga um forturna por um bom vídeo cassete e só assiste bosta, esse místico que foi sebastianista por tabela, esse povo cujo ancestral índio acolheu o português de braços abertos em 1500, que rezou a 1ª. Missa bem comportado junto com os jesuítas, esse povo que recebeu a independência do Imperador da colônia, esse povo que proclamou a República e botou um militar no lugar do rei, esse povo cujo maior representante socialista se diz herdeiro do maior ditador brasileiro.
Furio Lonza. – Chiclete com banana ano IV, nr. 19 – 1989.
*Isso é Brasil, e Furio continua atual..

Eu e meus pensamentos.

In Não classificado on Dezembro 21, 2007 at 7:20 pm

Amy canta pela enésima vez “back to black“: We only said good-bye with words I died a hundred times You go back to her And I go back to black …,  minha trilha sonora nesses últimos dois dias, ouvi fala que o Japão esta preparado para uma invasão alienígena. Penso homenzinhos verdes pelas ruas de Tóquio, os estadunidenses protestando, querendo mandar suas tropas, Bush se perguntando: Pq não desceram  aqui? , para ele os japoneses não vão saber o que faze quando eles pedirem: “Levem-me o seu líder”. Será que a terra vai para?

Eu e meus pensamentos…..

Tem chovido todas as noites, relampagos e trovões, efeitos da invasão? Vai sabe.E vamos descobrir que Deus é verde, e nos tão brancos, tão negros, tão amarelos, alguns vermelhos………. nos brasileiros, todos pardos.

E vamos descobrir que estamos num grande laboratório, somos ratos brancos, cobaias de uma civilização mais avançada. Eles nos olharão com espanto: sentem, pensam, acham que pensam. Como é possível ???

Veremos então se tem Greenpeace em “B612″, seres disformes se atirando em frente as portas das naves, para impedir que nos caçam, nos arranquem a pele…

De uma das naves,  a maior, a nave mãe, fará descer por um raio transportador  Elvis, e veremos nas paginas dos pasquim do mundo que era tudo verdade: Elvis não morreu….

Depois de dominarem toda tecnologia japonesa, instalarão nas ilhas Caymam um governo (não me pergunte pq lá, não sei como pensam os aliens), irão fazer auditoria nas contas dos bancos lá instalados, todas as contas suspeitas serão interditadas, políticos de toda América Latina irão para rua protesta.

Homenzinhos verdes em Washington, Londres, Cabul, Roma, Cairo, Brasilia? (duvido), vão instituir uma embaixada  em cada continente, por aqui vão escolher Buenos Aires, Maradona dirá: Eles escolheram o melhor…..

Eu e meus pensamentos….

Será confirmado que todos nos temos chips implantados, códigos de barra, GPS e o pior tempo de validade (é assim q os aliens  chama a morte), saberemos temos todos os dados necessário para sobrevivência na nossa bios, tarde demais para alguns, estará  provando que temos memória genética.

Confirmado também que fadas e duendes são funcionários desse grande laboratório chamado terra, e somos nós os seres estranhos, e que eles  só aparecem em casos especiais, pq não podem interferir diretamente na vida das cobaias.

Veremos que milagres são nada mais nada menos que atos de algum alien louco, apaixonado por alguma cobaia mas sexy, mas apesar de todo avanço tecnológico ainda é proibido o sexo interracial e homossexualismo será punido com execução sumária….

E veremos que  nada é perfeito….. nem os homenzinhos verdes, por isso acho que os aliens deviam ser mulheres fúcsias.

Ah eu e meus pensamentos.

Ao filho q nao tive*

In Não classificado on Dezembro 19, 2007 at 2:24 pm

Pensei em vc hj pela manha, lembrei de como vc corria pela casa e eu sorria de como ela  me olhava para ver minha reação diante de tanta agitação, dizia a ela q nao se importasse era coisa de criança. Me lembro q ela duvidou q eu tivesse paciência, não conte a ela, mas eu tb duvido.

Contei de vc pra poucas, umas duas, contei q é um garotinho arteiro (era assim q diziam no meu tempo), falante, perguntador, mas carinhoso, sempre procurando desculpas pra suas estribulias num beijo, num abraço apertado, não sei de com quem aprendeu isso.

Falei do seu sorriso, q com os anos passaram a ser uma vaga lembrança. Sinto sua falta na minha vida, nas coisas q gostaria de lhe ensina, nas estorias q guardei pra conta, nos risos que sorririamos juntos, sinto sua falta no natal, nos presentes que gostaria de lhe dar, no orgulho de ver seus primeiros passos, nas estorias que contaria aos amigos, de como cresce rápido, do qto é esperto.

Procurei em vc o riso dela, e me pego sorrindo do jeito q ela te protegeria dos meus excessos, pq com certeza eu os teria.

Lembrei de vc hj, pq ha alguns dias ela te deu um nome: davi.

* ainda

Ninguém é

In Não classificado on Dezembro 17, 2007 at 3:50 am

Deslizo a mão pelas suas costas sem toca sua pele, nao quero acorda-la, aproximo meu rosto dos seus cabelos e sinto seu cheiro e tudo em mim treme, tenta se precipitar sobre vc, me afasto para conter a minha vontade.

Fico horas olhando seu sono agitado, sonhando e me pergunto com o que? com quem? Me deixo tomar de ciúmes, receios….

Ainda me persegue o fantasma da traição, ainda me doe não ter bastado, nao ter sido suficiente, não penso no “ter sido trocada”, me culpo por nao ser o tudo…. mas me dizem o tempo todo : “ninguém é”. Queria ter sido.

Você dorme e penso q devia ser sempre assim, noite, vc ao meu lado, dormindo e sonhando, eu ao seu lado velando seu sono, tentando adivinha seu sonho, rezando para que seja comigo…………….Querendo ser seu tudo.

 Mas já sei, já sei………..Ninguem é.

Natal

In Não classificado, meus on Dezembro 14, 2007 at 10:22 pm

Incorporei o espirito do natal. Sem risos por favor.

Quiromante

In Não classificado on Outubro 26, 2007 at 6:24 pm

Ela chegou e me pediu a mão, nao entendi, mas dei, ela olhou como se lesse,
nao me falou nada por mais q eu perguntasse, sorriu um sorriso maroto e me disse
com uma certeza nos olhos que me assustou: Volto daqui a 20 anos.
 

“Existem amores impossiveis ou corações covardes?”

In Não classificado on Outubro 25, 2007 at 2:24 pm

Acabei de apaga tuas fotos, tuas falas……Escrevi algo q apaguei tb, vou pra rua ver gente real, me convencer q vc nao é real, q vc nao existe, nunca existiu……..

Apagar todas as provas, todos os caminhos que me levariam a vc, apagar da cabeça e facil……..

O coração insiste ……… mas desse cuido logo…..

Lilithy

In Não classificado on Outubro 24, 2007 at 4:10 pm

Um dia , qto ela tive a minha idade talvez sinta  essas saudades, nao das pessoas mas dos sentimentos q existiam ali, a vontade q movia as coisas. E assim ela tenha na sua lembrança uma Lilithy que sempre será especial por ser ela a liberdade encarnada, um engano de Deus.  

Ou  Deus na sua infinita sabedoria, criou Lilith para que  dela nascessem  mulheres como Iane.

CARTA PARA GURIA MAIS LIVRE Q CONHECI

In Não classificado on Outubro 24, 2007 at 4:09 pm

 

Filhos

In Não classificado on Outubro 16, 2007 at 12:16 am

Existem duas de mim, uma que sonhou casinha, filhinhos, cachorrinhos,  cercinhas brancas e um gramado de fazer inveja e outra que mal consegue se pensar com outra pessoa mexendo nas suas gavetas.

Essa primeira viveu na saida da adolescencia pra vida adulta, sonhei tudo isso com uma guria q naquele tempo era pra sempre, mas pra sempre como sempre não durou uma chuva, e as crianças do meu sonho foram encaixotadas e colocadas em algum lugar no armario, num quarto trancado q perdi a chave e hj me lembrei disso e me deu vontade de tira-las de lá, por no sol, mas sobre elas na caixa  tem as cercas, o gramado, o ceu azul q nem cito (parte de luxo do sonho) e a chave do quarto, nem sei onde esta, talvez nas gavetas da outra que não deixa que cheguem perto delas.

O para sempre voltou e me fez lembrar do sonho, das crianças, do gramado….

A outra que sou, se poe de guarda, me impede de chega as gavetas , de achar a chave, de abrir as caixas, por as crianças ao sol.

 A outra q sou…. vive hj.

Te quero assim. Se dizerem o contrário é mentira.

In Não classificado on Outubro 15, 2007 at 11:55 pm

Sentir suas pernas enroscadas em mim,meus braços te entrelaçando, te puxar pra mim, apertar seu corpo contra o meu e te querer assim. Te segurar contra a parede , sentir seu cheiro onde ninguém tem o cheiro igual entre a orelha e o ombro enquanto a boca se delícia no pescoço, a mão desce abrindo caminho, explorando possibilidades, tocando seus seios.
Você diz : não para.
A boca avança pelos caminhos que a mão já percorreu, agora sentindo a sua pele eriçada, , sentindo os lábios de leve roçarem suaves seus pêlos e depois a língua umedecendo antes da boca sugar, mordiscando de leve , sentindo você treme a cada roçar dos dentes, ouvindo você geme me deixando igualmente excitada.
Enquanto você arranha suas unhas nas minhas costas, diz: Continua, Por favor não para, continua.
A boca ainda se perde nos seus seios e as mãos continuam descendo rompendo todo e qualquer obstáculo, livrando você de toda roupa que separa o sua pele da minha, e num susto abraçar você por trás, beijar sua nuca, roça meus seios nas suas costas deixando que sinta o quanto estou excitada, o quanto te quero, e ir descendo pelas suas costas seguindo os contornos do teu corpo fazendo você geme, se curva, se entrega, quase implorando que eu te toque e ai só ai te leva pela mão pra cama. Você diz : Amor continua…
Fazer com q vc se deite sobre mim e me beije , deixar que você deslize, deixa que me conheça, deixa que me deseje, me entrega para você e quando não agüenta mais de desejo, te penetra, língua , mãos, bocas, como se nunca mais fosse sair de você e docemente te pedir , deixa que faça o mesmo, selando assim nosso pacto, nosso desejo, nosso sonho. E depois do amor, abraçar seu corpo trêmulo e ouvir seu coração acelerado, procura sua boca, e sussurra no seu ouvido o que eu mais queria ouvir de você: Eu te amo.

Você quem nem sei quem é….

In Não classificado on Outubro 13, 2007 at 6:39 pm

Vem vc q espero.

Me diz onde te perdi? me diz só pra que eu saiba, talvez dê pra volta, quem sabe vc ainda me espera….Ainda te procuro.

Pra rima, no escuro.

Qdo vc vai chega?

Há quem devo procura? Alta, riso frouxo, magra, gestos rápidos, olhos azuis, fala mansa, belas pernas, muitos brilhos.

Quem é vc ? onde mora? do q gosta? gosta de mim e nem sabe q existo, pq é assim q sinto ….ja te adoro e nem sei seu rosto, nem cheiro, seu nome.

Onde iremos nos encontrar? Em q esquina? fila de banco? transversal? Por onde andas pra que eu possa ajuda? mudar meus rumos, caminhos, costumes…..

Me diga o q posso  fazer pra te encontra…

Qual o numero do teu celular? serve o CEP.

Vem q ainda te espero.

PRIMAVERA (E EU MUDO COM AS ESTAÇÕES)

In Não classificado on Outubro 12, 2007 at 9:01 pm

Eu quero te levar quando parti, hj é o q quero.
Te prepara nao demora, nao posso espera
nao vai da pra avisar e tem q ser assim……….
Ave de arribação, mês da migração , mudança de estação.
ja sinto o vento morno trazendo os desejos, ouço a terra suspira assim como eu por ti, teu toque, tua boca, teu corpo.
Os passaros recolhem fios, fazem ninhos que duram um momento, uma ninhada e novamente na estrada é verão.
E virão novos anseios, e virão novas promessas e talvez eu ja não esteja …….
Quero te leva qdo parti, nao vai da pra avisa….nem sei se devia dizer assim….pra nao te assusta….anoiteço e raramente amanheço…..por isso moça olhe o dia, a mudança de estação….depois da primavera é verao.

E quero te leva quando parti em mim, fechar os olhos e sentir seu halito doce em minhas narinas, teu toque me descobrindo, querendo semear, teu gosto em minha lingua..E por mais q mudem as estações, qdo o vento morno te cerca vai lembra do meu sussuro em seus ouvidos confessando o meu desejo, te levando para mim, assim…..em cada mudança de estação…..

Então te apressa….

PIRALHA

In Não classificado on Outubro 12, 2007 at 5:38 pm

Pra quem me perguntou como ela é.
Ela é como a primeira chuva de setembro, desejada e perigosa.Ela é um susto, varios medos.É um desejo, mil fantasias.Picole premiado que nem existe mais, anda de
Tobogam (alguém lembra), comer Mandiopan, muito bom desolvendo na lingua.
Ela é minha mãe cantando na cozinha na vespera de Natal, é manhã de natal.
E brinca de bete, queimada, solta pipa, brinca de finca, bola de gude, brinca de elástico.
Ela é tortalete de morango, é fica na cama sabado de manha lendo gibi, é bolinho de chuva, é desenho animado, coca-cola com empada, livro do caio fernando, pipoca e filme de ficção, é dormi no sofá, se acordada com beijos, é dormi de conchinha, é brigar pra fazer as pazes, é fazer as pazes.
Ela é tudo q gosto, é o q não gosto qdo me irrita.
Ela sou eu.

UM UNICO PEDIDO

In Não classificado on Outubro 12, 2007 at 5:34 pm

O Deus louco das poucas oportunidades passou por ela sem olhar, mas o sinal abriu e ele teve q parar, elétrico o tal Deus olhava de um lado pra outro e um lampejo que só os Deuses tem, olhou pra ela e disse: Tenho no bolso um desejo e resolvi lhe concede, hj estou feliz, então pode ser um desejo desses de salvar seu mísero mundo, vc pode pedir a cura do cancêr ou a paz mundial, vamos antes que o sinal abra pra mim, pode pedir…Sem se abalar, ela olhou nos olhos do Deus que eram fogo e disse sem tremer: FODA-SE A PAZ MUNDIAL, quero uma certa menina….

COMO SOMOS EGOÍSTAS…..

PROMESSAS

In Não classificado on Outubro 12, 2007 at 5:28 pm

Prometo café na cama, depois do amor.
Prometo Sol entrando pelo janela, qdo houve sol.
Prometo chuva, se chove hj.
Prometo meu melhor beijo nas manhas de domingo.
Prometo meu melhor abraço nos dias quem q o mundo nao lhe sorrir.
Prometo meu corpo inteiro.
Prometo fidelidade, leadade (embora discordem q elas possam coexistir)
Prometo volta todas as noites pra casa, mesmo aquelas em que a rua se mostra prazeirosa;
Prometo amor todas a noites (nem q seja em partes)
Prometo te ouvir sempre (mesmo q nao seja comigo q vc fale)
Prometo amar vc pra sempre (mesmo q pra sempre nao exista na seu vocabulário)
Prometo nao promete o q nao possa cumprir

Prometo, prometo, prometo, prometo, prometo

EU AMO VC…(pra quem perguntou o q sinto)

SEXO VIRTUAL

In Não classificado on Outubro 12, 2007 at 5:24 pm

Passo a mão pelas coxas virtuais da moça sentindo a tatto que parece saltar da tela do monitor, lembro da lingua roçando a nuca de outra moça sob o sol do Rio, outra tatoo em flor. Ah!! Delicias, descobertas, desejos satisfeitos as pressas, deixando um gosto de quero mais, sinto as mãos de outras sobre as minhas coxas subindo, boca em minha orelha, sussuros na cabeça, tirando o norte, fazendo corre pelo corpo uns arrepios, inundando tudo, me tornando liquidos.
Adivinho peles macias, contornos perfeitos, grutas escuras, olhos pirilampos, estrelas, o céu, mãos me invadindo, pedido, se dando, respiração ofegante, silencios, grandes silencios, pudores.
Ah!!! e eu aqui e o fone não toca.

Estórias que ouvi

In Não classificado on Outubro 11, 2007 at 12:58 am

Carlos amava Gisele, que desde da adolescência  namora garotas e esta com Juliana que esta apaixonada por Aline que por imposição dos pais namora Flávio esse a trai com João que é assumidamente bissexual e anda saindo com Cláudia e por insistência dele topou sair com Arlete que depois desses encontros a três se embebeda num bar no centro da cidade para esquece Maria que a essa hora deve esta em um culto perto de casa, orando para que Jesus acabe com seus desejos por Mulheres

Noites

In Não classificado on Outubro 11, 2007 at 12:12 am

Seres azougues, difícies, bonitos.
Entidades pardas, bem delineadas, livres.
Espectros azuis, entre meio brisa, criando rodopios.
Camuflando segredos pelos cantos, furtivas caricias.
Concomitantemente…..
Ansia de afetos, sexo, troca de fluidos.
Ocasionando fugas, fúrias, satisfações.
E no fim da noite cansaços, medos, solidões……….

A Lenda das Almas Gêmeas

In Não classificado on Outubro 8, 2007 at 11:16 am

Há muito tempo atras, num reino distante, existia um rei que possuia uma filha. Seu nome era Psique. Sua beleza era tão grande que enfeiticava todos os homens que a vissem. Isto que no comeco orgulhava o poderoso rei, com o tempo se tornava um martirio. Nenhum homem que surgia conseguia ama-la pela sua perfeicao. Reis, guerreiros, principes, todos nao se achavam dignos de tanta beleza.

Assim a cada dia que se passava, Psique se tornava mais triste e soh. O que seus pais acreditavam ser uma dadiva dos deuses, agora se tornava um castigo para a bela moca. O rei, sem nunca desisitir da felicidade de sua filha, consultou mestres, magos, viajantes, mas nunca conseguiu algo que trouxesse um fim para infelicidade de sua filha.

Numa noite, Psique teve um sonho. Ouviu seu nome sendo entoado por uma bela voz que vinha de um mundo distante, se viu voando pelos ceus, sendo protegida e amada por alguem muito especial. Psique logo ao acordar, contou aos seus pais sua feliz visao. Agora ela acreditava que seu destino jamais seria a solidao e acreditava que um dia encontraria aquela paz e felicidade tao sonhada.

Psique passou a sorrir quando ouvia a voz de seu coracao e um belo dia sentada num campo de flores, se viu sendo erguida e levada aos ceus por um fio dourado.

Psique voou por mundos distantes, por ceus, por mares, ateh chegar num castelo muito rico e belo. Lah Psique foi atendida por inumeros criados que jah a conheciam e a tratavam como se jah a esperassem há muito tempo.

Psique perguntou de quem seria tao bela casa e para sua surpresa, os criados responderam que aquela era sua casa e que logo que o sol se fosse, conheceria Eros, seu marido. Marido? Psique sorriu, mas aguardou o encontro jah que seu coracao a tranquilizava e dizia que aquilo era a coisa certa.

Ao anoitecer Psique fora levada para um dos mais belos quartos do grandioso castelo. Estranhamente o quarto não possuia nenhum luz ou janela. A medida que a noite cobria aquele belo lugar, o quarto de Psique se mergulhava na mais completa escuridao.

De repente, Psique sentiu a presenca de Eros, e se virou para conhece-lo. Mesmo sem se verem , em meio a escuridao, os dois sentiram a mesma sensacao, sentiram o Amor fluindo dentro de seus corpos, sentiram um ao outro, se tocaram e se amaram pela primeira vez, sem ao menos poder se conhecer.

No dia seguinte Psique acorda soh e assustada. Teria sido um sonho? Não, ainda podia sentir o calor das maos de Eros. Psique correu pelo castelo chamando Eros. Entrou em salas, saloes, quartos, perguntou aos criados, mas todos se emudeciam quando ouvia o nome de Eros. Desesperou-se frente a situacao. O que estava acontecendo? Chorou, amaldicoou aquele lugar e adormeceu…

Ao anoitecer seus criados a levaram novamente para seu quarto e a deixaram soh, como haviam sido instruidos há muito tempo atras, antes mesmo de Psique ter chegado a aquela casa. Segundos apos o ultimo raio de luz deixar aquele quarto, Eros retornou e tocou o rosto de Psique. Psique despertou e se imaginou sonhando. Sim, ela sorria, Eros não havia a abandonado. Eros jamais a abandonaria. Mas ele com uma dor tao profunda em sua voz, contou a Psique que eles eram fruto de uma maldicao muito antiga.

Uma maldicao que dizia que um dia nasceriam duas pessoas perfeitas, perfeitas em seus atos, em suas palavras, perfeitas em corpo e espirito. Um seria o complemento do outro. Um sorriria nos momentos tristes do outro, ou dividiriam as lagrimas. Um sentiria a presenca do outro. Se amariam inconscientemente. Se ajudariam tao longe estivessem. A perfeicao seria tanta que jamais haveria uma uniao que os satisfizesse, a não ser a deles mesmo. A uniao soh aconteceria com uma condicao: eles jamais poderiam se ver. Assim nasceu Eros e Psique.

Muito anos se passaram, depois daquela triste noite de revelacao. Mas foram anos maravilhosos, recheados de felicidade, de cumplicidade. Tao perfeitos, Psique completava Eros e eles esqueceram aquela triste destino que alguem, algum dia havia lhes reservado. Apesar de jamais se encontrarem durante o dia e jamais poderem se ver, a felicidade plena reinava sobre a vida de Eros e Psique. Um belo dia Psique resolver retornar a casa de seus pais, em meio a tanta felicidade, não havia lembrado o quanto eles poderiam estar preocupados com seu estranho desaparecimento há anos atras. Psique se despediu de Eros, prometendo retornar dentro de alguns dias.

Psique voou novamente pelas asas do vento e voltou ao seu antigo mundo, agora parecendo tao estranho e triste por não ser o mesmo mundo onde pode conhecer Eros.

Estranhamente, ela percebera que em seu mundo não haviam passado tanto tempo. So faziam minutos que ela havia saido daquele lugar. Correu para seus pais e contou tudo que havia ocorrido. Sobre Eros, sobre o castelo maravilhoso e sobre sua felicidade tao almejada e agora conquistada. Mas jamais contaria sobre a maldicao.

Seus pais bastante felizes queriam conhecer Eros, faziam-lhe perguntas que Psique jamais saberia responder. Como era seu marido, de onde vinha, quando viria visita-los. Psique conseguiu inventar respostas, conseguiu se esquivar, apesar de se sentir traida por não poder confiar aos seus pais seu triste destino.

Triste destino? Psique se esquecera completamente como ao lado de Eros, jamais sentira tristeza alguma.

Talvez a volta ao seu antigo mundo, fizera Psique mudar alguns pensamentos. Agora acreditava que precisava conhecer Eros de qualquer maneira. E se ele fosse tao horrivel, como os piores seres do inferno? E se ele fosse um monstro?

Psique se encheu de Amor e pensou… se Eros fosse uma criatura tao horrenda quando o pior ser que existisse na face da Terra, Psique ainda assim o amaria. Sim, Psique acreditava que a escuridao que reinava no relacionamente de Psique e Eros era por esta razao. Eros deveria ser uma criatura orrenda. Mas ela, protegida pelo amor verdadeiro e forte que sentia por Eros, amaria sua feiura e assim a maldicao da escuridao acabaria sobre Eros e Psique.

Em sua volta ao mundo de Eros, Psique imaginava como poderia conhecer finalmente o rosto de seu amado esposo. Psique levaria um lampiao ao quarto, o esconderia e quando Eros adormecesse, iluminaria seu rosto e amaria qualquer imagem que visse.

Assim Psique retornou, encontrou com Eros ao anoitecer, contou sobre seu encontro com seus pais e aguardou seu sono.

Silenciosamente, ao sentir a respiracao de Eros, Psique pegou o lampiao, acendeu e se aproximou da cama.

Aos poucos Psique comecou a ver Eros, o homem que Psique sabia que amaria eternamente, independente do que o futuro os reservasse.

Psique chorou….

Eros era perfeito .

Eros era a propria imagem de Psique….

Com o solucar de Psique, Eros acorda e se assusta. O lampiao que ela segurava cai e uma gota do oleo quente marca dolorosamente o braco dos amantes. Eros sem conseguir dizer nada, olha Psique e os dois se abracam……. Agora eles sabiam o que significava serem um do outro, Eros era o complemento de Psique e os dois juntos, unidos, criavam a perfeira uniao de suas almas…..

Um estrondo ensurdecer invade o quarto, o castelo e todo o reino de Eros e Psique. Os ventos comecam a soprar, a terra a tremer, as estrelas somem, e um terrivel acontecimento comecaria naquele momento. Psique e Eros não respeitaram a maldicao, e agora pagariam pelo seu erro….

Dos ceus, Zeus, o Deus de todos os deuses, aparece:

-Como ousas, mesmo tendo toda a felicidade que os permiti, não obedecer as minhas ordens? Como podes enfrentar meu poder?

Psique e Eros temendo a ira de Zeus, se ajoelham e pedem perdao. Prometeriam que voltariam a viver na escuridao,e jamais tornariam a se ver de novo… Zeus ri… ri estrondosamente… porque acharia que seu castigo seria tao ameno assim?

Zeus amaldicoa Psique e Eros novamente e sem piedade… A partir deste dia Psique e Eros se tornariam cegos…

Não cegaria seus olhos … cegaria suas almas… A partir daquele dia, daquele momento, Psique e Eros jamais poderiam enxergar suas verdadeiras belezas, sua perfeicões.. Eles vagariam por diversos mundos… diversas vidas… viveriam se procurando… numa busca sofrida… Suas almas ficariam escondidas dentro de corpos fisicos, ora bonitos, ora feios, ora cansados, ora velhos… Psique e Eros teriam que se encontrar, se reconhecer e provar que se arrependiam de terem tido a necessidade de ver seus rostos fisicos, alem da verdadeira face de suas almas…

Escondidos dentro de uma casca mortal, criada por Zeus e colocadas em volta de suas almas imortais e perfeitas, eles teriam que reaprender a usar novamente os olhos de suas almas, pois agora soh teriam os olhos do seu corpo. Olhos do corpo, olhos fisicos que soh enxergam a casca fisica que esconde a verdadeira beleza de suas almas…

Um pouco distante dali… uma Deusa tambem presenciava aquela cena e compartilhava da dor que agora Psique e Eros carregariam…. Era Venus… esta , sem a forca que Zeus possuia… ainda conseguiu ajudar Eros e Psique…

Venus colocou junto com a maldicao de Zeus uma bela magia:

Aquela queimadura que o Eros e Psique tinham em seus bracos como marcas de seu primeiro encontro fisico… a cada vida seria uma pista para que Eros e Psique se reconhecessem… A cada vida… cada um traria um sinal que quando visto pelos olhos fisicos de cada um deles… despertaria os olhos de sua alma….

Assim… algum dia… em algum lugar… Eros reconheceria Psique … na maneira dela falar… na maneira de sorrir… na maneira de acordar de manha… de contar uma historia engracada… de odiar arrumar seus cabelos… naquele jeito estranho e maravilhoso de te abracar durante a noite… naquela mania especial de faze-lo sorrir, quando o mundo te força a chorar…

Assim… algum dia… em algum lugar…. Eros, guardiao do Amor, e Psique, guardiã da alma… se unirão de novo… quebrarão suas cascas amaldicoadas… e provarão para Zeus que o seu Amor conseguiu unir novamente, o que jamais deveria ter sido separado… suas almas gêmeas…

 Fonte : http://mitos.cultodavida.com/view/a-lenda-das-almas-gemeas.html

Ultima vez

In Não classificado on Outubro 6, 2007 at 2:53 pm

24-02-07_20032.jpg

Ele – Não queria está aqui.(olhando distante a lua amarela)
Ela – Nem eu.(olhando a grama seca)
Ele – Melhor ir embora.(levantando de súbito)
Ela – É melhor. (levantado)
Ele – Me dá carona? .( andando atrás dela)
Ela – Tá, vai pra casa? .(ela andando de costas, olhando pra ele)
Ele – Vou. Vamos?. (sorrindo dela andando de costas)
Ela – Pq você sempre faz isso?. (abrindo a porta do carro)
Ele – Isso o que ?(abrindo a porta do carro)
Ela – Isso de vir me ver e não falar nada ? (sentada ao volante)
Ele – Gosto de ver você, mas não tenho nada a dizer (sentado no lado carona)
Ela – Pq nos vemos, senão temos mas nada a fala? (ligando o carro)
Ele – Não sei. (abrindo janela do carro)
O silencio já era denso quando ela pegou o eixo monumental, rumo a asa norte, antes do primeiro semáforo ela se enche de coragem.
Ela – Quero fazer amor com você hoje.(parando no sinal)
Ele – Não fazemos mais amor, é sexo, lembra? (olhando pra o carro que para ao lado)
Ela – Tá, eu quero fazer sexo com você hoje. (tocando o braço dele de leve)
Ele – Tá bom,  faremos (puxando o braço)
O sinal abre e ela segue, podia ter ido por trás do Buriti, mas faz o caminho mais longo indo pela L2, talvez assim consiga amenizar  o clima.
Ela – Você parece que ta indo pra força, se não quer é só falar ( passando pela torre)
Ele – Eu quero ( olhando em frente)
Ela – Não parece. (acelerando)
Ele – Pq você quer fazer sexo? , é pq tem q ser hoje? ( ele observando o movimento na rodoviária)
Ela – Quero te esquece. ( parando no semáforo)
Ele – E vai me esquece fazendo sexo comigo hoje?. (olhando para ela sem entende)
Ela – Conheci outra pessoa e quero sabe o q sinto por você. (passando pela catedral)
Ele – Você conheceu alguém e quer ir pra cama comigo pra me esquece? (sem acredita no q ta ouvindo)
Ela – Já disse se não quiser tudo bem. (entrando na L2)
Ele – Já falei q quero. (irritado)
Ela – Tem alguma coisa pra comer na tua casa. (ela mudando de assunto)
Ele – Só você ( provocando)
Ela – Como sempre só pensa em você ( rindo)
Ele – Te faço um sanduíche ( emburrado )
Ela – Sabe você é a única pessoa que não discuti comigo nunca. (ela tentando desarma-lo)
Ele – Não tenho pq discutir com você. (desarmado)
Ela – Acabei de te conta q conheci outra pessoa e q quero fazer sexo com você e você não diz nada?. ( se emputecendo)
Eu – Não acredito, você fala pra me irrita. (confiante)
Ela – É verdade. Tenho ate foto com ele no celular, se quiser te mostro. (convincente)
Ele – Quero. (descrente)
Para na primeira parada de ônibus busca bolsa, procura o celular, procura foto, mostra.
Ele – Parece ser gente boa. (triste)
Ela – É sim, super carinhoso (triste)
Ele – Você gosta dele? (inseguro)
Ela – Gosto de você, mas você não tem mas nada a dizer e não posso espera que se decida ( decidida)
Ele – Tem razão, não pode esperar q eu me decida (indeciso)
Ela -vamos (ligando o carro)
Ele – Não sei se quero ( desistente)
Ela – Eu quero, pela ultima vez (implorando)
Ele – É pela ultima vez…. ( angustiado)
Foram em silencio ate o fim do trajeto, no estacionamento prédio o silêncio continua, ficam alguns minutos dentro do carro . Ele sai  e vai abrir a portaria, ela sai logo depois e o segue. A partir dai seria invasão de domicilio.

Ela saiu 4 horas depois visivelmente abalada, ele ainda apareceu na janela, ela entro na carro e não acenou ele ficou na janela ate q o carro saísse da quadra e o céu de Brasília continuava lindo e a secura persiste e a lua já estava alta, dona da noite, que acumula mais um desencontro no planalto central do Brasil.

Migração

In Não classificado on Outubro 5, 2007 at 9:05 pm

imigrantes1.jpg

E preciso mudar para sentir o quanto fazemos falta e para perpetuar amizades, sentimentos,vontades