Gente esse rapaz salvou meu dia com sua alegria…..
Gente esse rapaz salvou meu dia com sua alegria…..
Quem vê diz que é boa pessoa , é maldade…..
Pois é!
Fica o dito e o redito
Por não dito
E é difícil dizer
Que foi bonito
É inútil cantar
O que perdi…
Taí!
Nosso mais-que-perfeito
Está desfeito
O que me parecia
Tão direito
Caiu desse jeito
Sem perdão…
Então!
Disfarçar minha dor
Eu não consigo dizer:
Somos sempre bons amigos
É muita mentira para mim…
Enfim!
Hoje na solidão
Ainda custo
A entender como o amor
Foi tão injusto
Prá quem só lhe foi
Dedicação
Pois é!
Taí!
Nosso mais-que-perfeito
Está desfeito
O que me parecia
Tão direito
Caiu desse jeito
Sem perdão…
Então!
Disfarçar minha dor
Eu não consigo dizer:
Somos sempre bons amigos
É muita mentira para mim…
Enfim!
Hoje na solidão
Ainda custo
A entender como o amor
Foi tão injusto
Prá quem só lhe foi
Dedicação
Pois é! Então!
A gente é feito pra caber no mar……………..e isso nunca vai ter fim……
Chata…
seria o seu resumo, minha omissão.
Sendo justa, caberia dizer:
Minha cara metade, guardiã, mãe (a maior parte do tempo), amante,
cumplice….
Vc que nem sei se vai me ler, pra vc por esta aqui, dentro de mim (por mais q eu negue), pela casa (todos notam)
Pra vc… chata.
Sem eles seria dificil viver, dificil me esconder, não me mostra….
Sem poetas, minha alma seria ferida exposta, eu seria motivo de risos….
Ah poetas…..
Sabe gente é tanta coisa pra gente sabe……
Meu bem, que hoje me pede pra apagar a luz
E pôs meu frágil coração na cruz
O teu penoso altar particular
Sei lá
A tua ausência me causou o caos
No breu de hoje sinto que o tempo da cura
Tornou a tristeza normal
Então, tu tome tento com meu coração
Não deixe ele vir na solidão
Encabulado por voltar a sós
Depois que o que é confuso te deixar sorrir
Tu me devolva o que tirou daqui
Que o meu peito se abre e desta os nós
Se enfim, você um dia resolver mudar
Tirar meu pobre coração do altar
Me devolver, como se deve ser
Ou então, dizer que dele resolveu cuidar
Tirar da cruz e o canonizar
Digo, faça o melhor
O que lhe parecer
Teus cais, deve ficar em algum lugar assim
Tão longe quanto eu possa ver de mim
Onde ancoraste teu veleiro em flor
Sem mais, a vida vai passando no vazio
Estou com tudo a flutuar no rio
Esperando a resposta ao que chamo de amor
Estou com tudo a flutuar no rio
Esperando a resposta ao que chamo de amor
Estou com tudo a flutuar no rio
E novamente iremos sorrir do nosso tempo, do nossos erros, dos nossos só nossos amores, iremos olhar as meninas, os meninos, como a grama crescendo, secando, se refazendo, outros risos, outros bares, outros pesares, as mesmas desculpas, as mesmas promessas, nossas mesmas mentiras, só nossas.
E novamente dormir, acordar, sem lembrar, ressonar, fingir dormir, sentir o q não queremos, e de novo, novamente, circulo vicioso, visitar nossos mortos, nossos tristes ex futuros, futuros ex namorados, que insistem em acredita no riso, no jogo de cena, na nossa falsa alegria. E de novo pela manha nos reinventar… novamente.
Certamente, novamente…….
Composição: João Bosco/Aldir Blanc
As coisas que eu sei de mim
São pivetes da cidade
Pedem, insistem e eu
Me sinto pouco à vontade
Fechada dentro de um táxi
Numa transversal do tempo
Acho que o amor
É a ausência de engarrafamento
As coisas que eu sei de mim
Tentam vencer a distância
E é como se aguardassem feridas
Numa ambulância
As pobres coisas que eu sei
Podem morrer, mas espero
Como se houvesse um sinal
Sem sair do amarelo
Ontem, pouco antes da chuva cai, procurei você dentro de mim, pra meu espanto, não encontrei, não havia mais nada de seu, não encontrei um traço do seu rosto na minha lembrança, nem um cheiro ou gosto, tentei lembra do som do seu sorriso q enchia a casa e a minha vida, não havia nada que me lembrasse o tom da tua voz doce e quando a chuva caiu sentir o calor que vinha da água batendo no asfalto, as pessoas passando correndo, as janelas fechando, alguém gritando, as árvores e por fim o silencio. Eu finalmente não sentia nada e me lembrei o qto pedi por isso, não era um vazio e tb não era está cheio, era não esta…. Ontem logo depois que a chuva parou, fui pra rua, precisava andar, precisava entender, precisa aceitar que vc não existia mais, que por fim eu tinha sido atendida, vc sumirá, eu estava assim andando pela rua sem fugir das poças, olhando as pessoas sem reconhece-las, sem me lembrar como vc era e chego a duvidar se um dia vc foi.