Peço desculpas pelo sumiço, estava vivendo um amor fast-food, se é que foi um amor…Dizem q nao.
Aos que me mandaram emails reclamando do sumiço, obrigada.
Sou de um tempo em que o amor era artigo raro, peça de colecionador, apesar de esta por toda parte,
era tempo de “Love Stories”, tempo de estorias da carochinha, tempo de amassos nas escadas, coca com cuba, bossa nova, ao fundo uma tal ditadura, sou da geração intermediária, a geração perdida.
O amor vinha por todos os lados e vivenciamos isso, era tempo de pêra, maça, salada de fruta, tempo de ter turma, tempo de ter diários, caderninhos cheios de coraçãozinhos, e nao era moda, o amor nao era público, era um segredo, um tesouro. O amor era precioso.
Hoje vivemos o tempo em q o amor é num átimo, o amor é num orgasmo, num momento, depois nao amam mais, simples assim.
Hoje vivemos o tempo do amor descartavel, talvez um dia reciclem o amor, ficará rico quem o fizer.
O amor vendido nas esquinas, nas boates, compre sexo e levem de brinde dois minutos de amor, promoção da semana…
Sou de um tempo em q o amor doia e doe, e se lutava por ele, brigavasse pelo q se achava ser amor…
Hoje dormesse amando e no dia seguinte.. nao amo mais, simples assim….
Queria q voltasse meu tempo…qdo doia, mas era verdade.
É isso , fui vitima de um amor fast food….
Mas me dizeram, fonte segura, q o amor me espera… e pretendo encontra-lo.